MXterm Pro
SFTP gráfico

Cliente SFTP gráfico com editor de arquivos remotos

MXterm Pro permite navegar por um host remoto num painel lateral, clicar duas vezes num arquivo de texto para editá-lo num editor Monaco completo (o mesmo motor do VS Code) e definir permissões com uma grade de caixas de chmod, sem fazer conta em octal. Sem cliente FTP separado, sem `nano` por SSH. Transferências e edições são grátis, em todos os planos.

Navegador de arquivos SFTP do MXterm Pro ao lado de um terminal em um servidor remoto
Captura de tela do app, com dados de exemplo.

Editor Monaco, não uma caixa de texto

Clique duas vezes num arquivo remoto, como `.env`, `nginx.conf`, `Dockerfile`, um arquivo de código ou de configuração, e ele abre com realce de sintaxe de verdade. `Cmd+S` confere a data de modificação do arquivo antes de salvar: se ele mudou no servidor enquanto você editava, o app pergunta antes de sobrescrever (essa checagem precisa de python3 no servidor; sem ele, o arquivo é salvo sem checagem). Imagens abrem num visualizador, arquivos compactados e binários são oferecidos para download, e um arquivo de texto com mais de 5 MB pergunta antes em vez de ser recusado.

Busca remota com Grep

Executa o `grep` no próprio servidor, na pasta em que você está, com busca por texto literal, não por regex, ignorando `.git`, `node_modules`, `vendor`, `storage`, `dist`, `build` e `.cache`. Lista no máximo 60 linhas encontradas, com o número de cada linha, e um clique numa delas abre o arquivo no editor.

Grade de caixas de chmod

Clique com o botão direito em qualquer arquivo ou pasta e escolha Permissões do arquivo... para ver uma grade 3×3: Proprietário, Grupo e Público × Leitura, Escrita e Execução. Marque as caixas ou digite direto o código octal de três dígitos; numa pasta, uma opção recursiva aplica as permissões a toda a árvore.

Dois painéis: um remoto, um local

O painel SFTP é o remoto. Ele fica ao lado dos painéis de terminal de uma aba SSH (um espaço de trabalho conectado a um host SSH salvo), aberto por padrão à esquerda e com opção de mover para a direita, e mostra uma única árvore remota. Não é uma visão dividida com local e remoto lado a lado. Ele acompanha a pasta do terminal SSH quando o shell do servidor informa essa pasta (o fish faz isso sozinho; bash e zsh precisam de uma linha no arquivo de inicialização, que o painel oferece para copiar), e um botão desativa o acompanhamento. Tudo isso acontece no servidor: o editor lê e grava pela mesma conexão SSH, e a busca roda lá.

O Explorador é o local. Ele fica no painel da direita, uma faixa de cinco abas: Control Room, Explorador, Histórico, Git e Pré-visualização. Mostra, na sua própria máquina, uma árvore do diretório de trabalho do painel em foco, que se expande sob demanda. Dotfiles e as mesmas pastas irrelevantes que a busca remota ignora ficam ocultos atrás de um botão de alternância; há ainda um filtro por nome sobre o que já foi carregado.

Clique num arquivo ali e ele abre num editor Monaco local, com a mesma checagem de conflito ao salvar do editor remoto e a mesma regra sobre quais arquivos podem ser editados. Leituras e gravações ficam restritas a esse diretório de trabalho: o caminho é normalizado e os links simbólicos são resolvidos antes de se verificar que ele está dentro da raiz, e caminhos com caracteres de controle são recusados. O editor local é o mais rígido dos dois: ele recusa qualquer arquivo com mais de 5 MB em vez de perguntar.

Arraste arquivos do Finder para o painel

Arrastar arquivos do Finder para o painel SFTP envia os arquivos para o diretório que ele está mostrando. O destino do arquivo depende de onde o cursor está. Num painel de terminal local, os caminhos são digitados no prompt. Num painel SSH, os arquivos são enviados para a pasta do servidor em que o shell está (a pasta informada pelo terminal; se não houver, a que o painel mostra; se também não houver, sua pasta pessoal) e os caminhos remotos são digitados no prompt; um nome que já existe ganha o sufixo (1) em vez de ser sobrescrito. Em qualquer outro ponto sobre o painel, o painel recebe os arquivos e os envia para o diretório que está mostrando. Os botões de upload fazem o mesmo que soltar arquivos no painel.

Usa a própria conexão do painel

Desde a 1.0.22, um painel SSH executa o ssh por conta própria, em vez de digitar um comando num shell, e usa o mesmo socket de multiplexação de conexão do OpenSSH que o painel SFTP. Assim, o painel SFTP reaproveita a sessão que o seu painel de terminal já autenticou, em vez de abrir uma nova, e as requisições seguintes custam uma ida e volta num socket, não um handshake novo.

O que isso exige de configuração: num host com chave, nada. Num host com senha, o painel passa a funcionar depois que o painel de terminal faz o login. As transferências de arquivos rodam sem interação e não conseguem pedir a senha por conta própria.

Grátis em todos os planos

Navegação, editor Monaco, busca remota, grade de chmod, uploads e downloads estão todos incluídos no plano Free. Nenhuma parte do SFTP é exclusiva do plano Pro; antes da 1.0.22, um build bloqueava uploads e edições, e esse bloqueio foi removido.

O limite que você ainda pode encontrar está em outro lugar: por padrão, o plano Free permite até 5 hosts salvos no gerenciador de conexões SSH, e o Pro remove esse teto.

Veja também: Editor remoto SFTP com interface gráfica para Mac

Gerencie arquivos remotos de graça

Navegue, edite, busque, altere permissões, envie e baixe arquivos remotos: sem cartão de crédito.

Pergunte a uma IA sobre o MXterm Pro

Gere na hora uma resposta no ChatGPT, no Claude ou no Perplexity, com base nesta página. Quem escreve a resposta é o assistente, não a gente, então confira as fontes que ele cita.

Pergunta enviadaO que o painel SFTP do MXterm Pro oferece e como ele fica ao lado da minha aba SSH?